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Instituto São Paulo contra Violência
Fórum da Cidadania Contra a Violência participa da 1ª CONSEG

Recentemente encerrada, a primeira Conferência Nacional de Segurança Pública contou com a participação e colaboração do Instituto São Paulo Contra a Violência representando tanto o Fórum da Cidadania Contra a Violência quanto o Fórum Metropolitano de Segurança Pública. Consideramos tanto o processo quanto seu resultado um avanço no que se refere às possibilidades de elaborar e implementar uma política nacional de segurança pública pensada com base em novos fundamentos e elaborada a partir do diálogo entre os diferentes setores da sociedade com propriedade para discutir e aprofundar os temas referentes às questões em pauta. Mais de meio milhão de pessoas participaram do processo em todo o país.

Vemos, com muita satisfação, propostas geradas no âmbito do FCCV inseridas nas pautas de discussão durante todo o processo e também nas conclusões da conferência que se realizou em Brasília nos últimos dias de agosto de 2009.

Inicia-se agora um novo período de doze meses para desencadear a implantação do Sistema Único de Segurança Pública e a instituição do novo Conselho Nacional de Segurança Pública – CONASP. O FCCV também se faz representar nessa transição.

As informações sobre o processo e os resultados da 1ª CONSEG , divulgados pelo portal do Ministério da Justiça estão disponíveis para consulta.
 
Para você exercer a cidadania é necessário conhecer os diversos atores envolvidos nas ações de segurança pública. Aqui você vai conhecer instituições que trabalham no âmbito das políticas públicas.

Entre em contato com comunicacao@fccv.org.br.

A insegurança consome do Brasil quase 11% do PIB. Segundo recente estudo da ONU, são gastos US$ 49 bilhões por ano em segurança no país, e 60% desse valor saem do bolso dos cidadãos.

Hospitais públicos dispendem grande parte dos seus escassos recursos para atender as vítimas da violência. Desde os ataques de maio de 2006, as vendas de carros blindados subiram 33%.

As empresas de segurança já empregam 1,5 milhão de pessoas. O medo continua a paralisar as ruas dos grandes centros urbanos.
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